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Desenvolvedor full-stack · Goiânia-GO e remotoO sistema parou e quem escreveu não trabalha mais aqui.

Desenvolvedor full-stack desde 2014. Trabalho no que já está rodando — o que a empresa não pode desligar para consertar. Back-end, front-end, banco, rede, servidor e o código legado que ninguém quer abrir. Vou até onde o problema está, e quase nunca é a camada que o time apontou.

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Parada crítica agora? Escreva isso na primeira linha da mensagem — passa na frente.

Responsável
Brendown Ferreira
Atuando desde
2014, 12 anos
Frente
Recuperação de sistema em produção e código legado
Base
Goiânia-GO, remoto global
Retorno
Mesmo dia útil; parada crítica, no WhatsApp
Disponibilidade
Aceitando novos diagnósticos

Não sou especialista de uma camada: passo pelo código, pelo banco, pelo servidor e pela rede no mesmo projeto, porque é assim que o problema real costuma se esconder.

  • Back-end e integrações

    API, modelagem de dados, fila, job e integração com sistema de terceiro. Retry, idempotência e rastro de execução — integração que sobrevive a serviço instável e a reenvio duplicado.

  • Front-end e interface

    Tela que o operador usa o dia inteiro. React, Next.js, Astro e TypeScript, com atenção a tempo de resposta, teclado e acessibilidade.

  • Banco de dados e performance

    Consulta lenta, índice errado, bloqueio, N+1 e a mesma consulta rodando dentro de um laço. Diagnóstico com plano de execução e medição antes e depois.

  • Sistema de gestão, vendas e estoque

    ERP, força de vendas, pedido, faturamento e a baixa de estoque que nunca bate com o galpão. Inclui a parte fiscal: NF-e rejeitada, reenvio à SEFAZ e obrigação de SPED que parou de gerar.

  • Rastreabilidade animal

    Sistema para o setor e integração oficial do SISBOV do lado da certificadora credenciada. É a frente onde estou mais fundo, e ela tem seção própria depois dos casos.

  • Código legado e migração

    Sistema sem documentação, sem quem escreveu e sem ambiente de teste — inclusive Delphi antigo. Assumo a manutenção: leio o código e o banco, ponho de pé de novo e conduzo a migração sem parar a operação.

  • Redes, servidores e infraestrutura

    Linux, Nginx, proxy reverso, DNS, firewall, VPN, certificado e backup com restauração testada. O servidor no rack da empresa e o link entre unidades entram no mesmo escopo.

  • Virtualização, alta disponibilidade e DevOps

    Proxmox, VMware, KVM, Docker e Kubernetes para separar serviço e isolar risco. Balanceamento, failover, health check e deploy que deixa de ser evento de risco no fim da tarde.

  • Segurança da informação

    Acesso remoto exposto, senha compartilhada, credencial dentro do repositório e dependência vulnerável. Hardening de servidor, controle de acesso por pessoa e correção priorizada pelo risco real.

O que quebrou, por que quebrou e o que mudou depois.

Setor e porte, sem nome de cliente.

01Certificadora credenciada

Rastreabilidade animal

Sistema de 2002 com 336 telas em produção

Sintoma
Ninguém mexia no sistema sem medo. Qualquer ajuste ia direto para o ar, quase sempre fora do horário, e só se descobria que tinha quebrado quando o cliente ligava.
Causa
Software de 2002 ainda rodando a operação: tela e regra de negócio no mesmo arquivo, 64% do código duplicado, nenhum teste automatizado e nenhum ambiente onde validar antes. Publicar uma correção exigia derrubar o servidor inteiro, sem verificação e sem volta.
Intervenção
Assumi a manutenção do que existia e substituí o sistema por uma plataforma nova, rodando em paralelo, sem parar a operação. Cada parte migrada entrou com teste automatizado e com o isolamento entre clientes verificado no build — vazamento de dado entre um cliente e outro passou a quebrar a compilação, em vez de depender de conferência. O sistema de 2002 saiu de operação por partes, conforme cada pedaço era substituído — nunca houve um dia de virada de chave.

02Certificadora credenciada

Infraestrutura e disponibilidade

Operação inteira em servidor físico, sem redundância

Sintoma
Tudo dependia de uma máquina só. Uma falha de disco, uma queda de energia ou uma manutenção simples significava operação parada — e não havia para onde correr enquanto não voltasse.
Causa
Aplicação e banco dividiam o mesmo servidor físico, sem cluster e sem failover: não havia nada para assumir se aquele host caísse. Os serviços internos, como o compartilhamento de arquivos, eram alcançados sem uma camada de acesso controlada na frente.
Intervenção
Saí do servidor físico para ambiente virtualizado em cluster de alta disponibilidade e separei o banco em host próprio. Redesenhei a rede com servidor de borda dedicado e proxy na frente da aplicação, com regras e workers na borda em vez de dentro do sistema. Os serviços internos passaram a ser alcançados por VPN, com conexão cifrada, em vez de expostos. Backup automatizado com cópia fora do site e retenção definida.

Rastreabilidade animal.

Construo sistema para o setor e integro o SISBOV em todo o escopo da certificadora credenciada. Hoje estou migrando um sistema legado de certificadora para uma plataforma nova, com a operação no ar o tempo todo. É o cruzamento em que fornecedor de produto fechado não entra: migração de legado somada a integração oficial.

Comece pelos papéis, porque software que confunde papel erra o fluxo inteiro. O SISBOV é regido pela IN MAPA nº 51/2018, vale para bovinos e bubalinos, e a adesão é voluntária, salvo exigência de programa sanitário oficial ou do mercado importador. Quem certifica é a certificadora credenciada pela SDA/MAPA, e o que ela certifica é a propriedade — o ERAS —, nunca o animal; a aprovação vem da auditoria oficial. Vistoria é a visita do supervisor da certificadora; auditoria é do fiscal federal. E a GTA, Guia de Trânsito Animal, quem emite é o órgão estadual: em Goiás, a Agrodefesa, pelo SIDAGO. São donos diferentes, bases diferentes e prazos diferentes para o mesmo animal.

O ambiente da integração oficial é restrito: não é aberto e o acesso depende de liberação do Ministério da Agricultura e Pecuária. Trabalho dentro dele, com essa liberação, do lado da certificadora credenciada.

A ponta que fala com a BND, a Base Nacional de Dados do SISBOV, é a de quem tem credenciamento: a certificadora. Não existe plugar uma empresa qualquer no SISBOV. Para produtor, frigorífico e software de gestão o trabalho é outro — o sistema que conversa com quem tem o credenciamento, o modelo de dados que aguenta a regra, e a conciliação que hoje mora numa planilha ao lado do sistema oficial.

Animal não é brinco. O elemento de identificação oficial é um par — brinco e botton com a mesma numeração — e a perda em pasto é rotina, não exceção: a norma manda reidentificar com outro número, sem reuso. Isso exige a identidade do animal separada da identidade do identificador, com histórico N para 1, e quem guardou o animal num campo “numero_brinco” vai reescrever o sistema. O número SISBOV é string, sempre: 15 dígitos, 076 mais 12, com os dígitos 10 a 15 formando o número de manejo impresso no brinco — zero à esquerda some no primeiro INT. E validar “começa com 076” rejeita leitura RFID legítima, porque o campo de 10 bits do ISO 11784 também carrega código de fabricante alocado pela ICAR. A parte que custa caro não está na integração; está aqui.

O resto é máquina de estados com prazo legal em cada transição: comunicação de identificação e de movimentação em 30 dias, baixa de abate em 3 dias, e a validade do certificado do ERAS, que encurta quando a propriedade entra em confinamento e transforma a agenda do supervisor em problema de roteirização. Alerta, fila e trilha de auditoria são conformidade, e é isso que o fiscal confere. O trabalho silencioso é a reconciliação de três bases: o inventário contado no curral, o saldo no sistema estadual e o registro na BND. A divergência entre elas é a não conformidade estrutural do setor, e é onde a planilha paralela nasce ao lado do sistema oficial. Sobre o PNIB, sem manchete: hoje ele coexiste com o SISBOV, rastreabilidade por lote o Brasil já tem desde a Lei nº 12.097/2009, o que ele exige dos estados é interoperabilidade entre os sistemas estaduais e a base federal, e cronograma e etapa eu discuto com a portaria aberta na frente.

O que eu não faço aqui é vender plataforma de gestão de rebanho: esse mercado tem dono e prova com escala. Faço o que produto fechado não faz — tirar o sistema antigo do lugar sem parar a operação, ligar o que já existe na integração oficial e devolver o cliente dono do código e do próprio dado.

Falar sobre rastreabilidade (abre em uma nova aba)

Você não assina nada antes de saber o que está quebrado.

  1. 01

    Conversa de 20 minutos

    Você descreve o que parou e desde quando, com as suas palavras. Sem formulário e sem reunião de descoberta de uma hora — agendo no mesmo dia útil. No fim dessa conversa eu digo se é problema que eu resolvo e, se não for, digo quem procurar.

  2. 02

    Diagnóstico com acesso ao sistema

    Acesso de leitura ao servidor, ao banco e ao código, com acordo de confidencialidade se a empresa exigir. Você recebe um documento curto: o que está causando, o que dá para corrigir agora, o que é reforma maior e o risco de cada caminho. O diagnóstico é pago, com preço fechado combinado antes de começar — o valor sai na primeira conversa, sem surpresa depois.

  3. 03

    Escopo, prazo e preço por escrito

    Você aprova item por item, com prazo por item. Preço fechado por escopo, não hora aberta. Se o escopo mudar no meio do caminho, a mudança entra por escrito antes de eu executar.

  4. 04

    Execução e entrega sem dependência

    Você acompanha o que mudou e por quê. No final recebe o código, os acessos, o passo a passo de deploy e a documentação do que estava sem dono. Se amanhã você quiser outra pessoa mexendo, ela consegue.

O que eu não faço.

Não publico nome de cliente nem tela de sistema de cliente: também trabalho com segurança da informação, e discrição faz parte do que eu entrego.

  • Site institucional, landing page ou loja virtual do zero.
  • Projeto sem acesso ao servidor de produção e ao banco.
  • Orçamento fechado por telefone, antes de olhar o sistema.
  • Design, identidade visual e social media.
  • Promessa de conformidade regulatória. Eu construo e integro o sistema; quem responde pela norma é o responsável técnico e a auditoria oficial.
  • Ligar quem não tem credenciamento direto na base oficial do SISBOV. O acesso é restrito e fica do lado da certificadora credenciada — quem promete o contrário não leu a norma.
  • Plantão 24 por 7 com SLA contratual. Em parada crítica eu respondo fora do horário quando estou livre, mas sou uma pessoa só e digo isso antes de fechar.

O que eu uso, por camada.

  • Linguagens e frameworks
    • TypeScript
    • Node.js
    • PHP
    • Laravel
    • Python
    • Go
    • Rust
    • C/C++
    • Delphi/Object Pascal
  • Front-end
    • React
    • Next.js
    • Astro
    • Tailwind CSS
  • Dados
    • PostgreSQL
    • MySQL
    • SQL Server
    • Redis
  • Infraestrutura
    • Linux
    • Nginx
    • Docker
    • Git
    • AWS
    • Cloudflare
  • Virtualização e orquestração
    • Proxmox
    • VMware
    • KVM
    • Kubernetes
  • Rede e disponibilidade
    • HAProxy
    • Traefik
    • VPN e firewall
    • DNS e certificados

Tudo nesta lista já rodou em produção nas minhas mãos.

Quem vai mexer no seu sistema.

Brendown Ferreira, desenvolvedor full-stack desde 2014 — 12 anos escrevendo e consertando software que a empresa não pode desligar.

Em 2016 o desenvolvedor sênior da empresa saiu e um sistema de 2002 ficou sem dono. Ele veio parar comigo. A primeira coisa que fiz foi pôr aquele código sob controle de versão — não havia nenhum, catorze anos de decisões sem rastro. É daí que vem a especialidade: eu não escolhi legado, herdei.

No mesmo projeto eu passo pelo back-end, pelo front, pelo banco, pelo servidor e pela rede: às vezes é a consulta, às vezes é o índice, às vezes é o switch no rack, às vezes é a mesma regra escrita em três telas diferentes.

Mais fundo eu estou em rastreabilidade animal: sistema do setor, integração oficial do SISBOV e a migração de um sistema legado de certificadora para uma plataforma nova. Fora daí atendo gestão, vendas, estoque e infraestrutura sem trocar de postura.

Presencial em Goiânia e no interior de Goiás quando o problema é servidor, rack ou rede; remoto para o resto do Brasil.

Não terceirizo o trabalho e não passo o problema adiante. Falo direto com quem decide, em português. Se o problema não for meu, eu digo na primeira conversa.

[email protected]

Retrato de Brendown Ferreira em preto e branco, sentado e apoiando o rosto com a mão.
SobreDesenvolvedor Full-Stack

Me conte o que parou, desde quando e o que já tentaram.

Na primeira conversa eu digo se resolvo, como e em quanto tempo. Se for parada crítica, escreva isso na primeira linha da mensagem.

Goiânia-GO. Presencial em Goiânia e no interior de Goiás quando o problema é servidor, rack ou rede; remoto para o resto do Brasil.

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